Hábitos curiosos de um engenheiro(a)

Período de férias, tempo de relaxar, descansar a mente e analisar alguns dos nossos hábitos. Nós, estudantes de Engenharia, fazemos coisas que nem percebemos, e certamente, você se identificará com algumas das manias que listaremos a seguir.

1. Beber café como se fosse água

Quem nunca deu uma interrompida nos estudos para tomar aquela xícara de café? Além disso, qualquer bocejo também é desculpa para corrermos atrás desse líquido sagrado, para nós, estudantes de Engenharia. Porém, vale ressaltar que devemos beber dois litros de água e não de café ao longo do dia!

2. Converter unidades e arredondar números mentalmente

Ao longo do curso, alguma conversão de unidade irá te marcar pro resto da vida. Sem percebermos, convertemos unidades para ter noção de grandeza. Além disso, durante provas, os professores sempre pedem para arredondar os números e, com certeza, teremos esse hábito o resto da vida, até porque lidamos com números e contas. Como exemplo, 1 pé = 12 polegadas e 1 polegada = 25,4 mm, então 1 pé = 304,8 mm = 30,48 cm. Ao finalizar a conversão e arredondar o valor, percebemos que 1 pé equivale a uma régua de 30 cm.

3. Ter em mente que nem tudo que dá certo tem um explicação

Certamente, em algum momento da sua vida, na resolução de um exercício, você se deparou com uma solução que não fazia o menor sentido e, simplesmente, aceitou. Na prática, nem sempre uma determinada atividade saí como o esperado, mas no fundo, sabemos que vai dar certo.

4. Trabalhar bem apenas sob pressão

No mundo da Engenharia, as coisas funcionam melhor quando estamos sob pressão. Durante a faculdade, aprendemos que, se estamos com pouca coisa pra fazer, iremos procrastinar de alguma forma, ou assistindo a séries ou saindo. E isso reflete na nossa vida. A pressão será fundamental para o rendimento aumentar.

5. Temos um orgulho imenso em dizer que somos Engenheiro(a)

Depois de tantos anos na faculdade, tantos desafios e dificuldades, quando alguém te pergunta qual sua profissão, você fala “sou engenheiro(a)”. Por mais que você tente agir naturalmente ao responder a esta pergunta, por dentro você está cheio de orgulho, felicidade e autorrealização.

Fonte: Blog da Engenharia

Anúncios
Postado em Sem categoria

As mudanças mais relevantes no ensino da Engenharia

Assim como muitas coisas da vida, a Engenharia também se desenvolveu. O curso vem apresentando mudanças significativas, num período de, aproximadamente, duas décadas. Ao comparar um recém-formado com um engenheiro que concluiu o curso há 20 anos é possível imaginar que não se trata da mesma faculdade. Logicamente, as matérias do ensino básico continuam da mesma forma, mas algumas situações e prioridades modificaram bastante ao longo do tempo, tanto por parte dos alunos quanto dos professores.

Nas instituições de ensino superior, dificilmente, encontra-se profissionais que não tenham, em sua formação, um título de doutor. Antigamente, os professores tinham experiência no mercado de trabalho, ou como consultores ou como empresários. De certa forma, isso era muito vantajoso aos estudantes, já que o conhecimento transmitido era o que o mercado exigia, focando em funcionalidade e lucro. Atualmente, os docentes não têm experiência industrial ou empresarial, em sua maioria. Fruto do mestrado e doutorado, que proporcionam aos alunos, um embasamento teórico excelente. Porém, quando se trata da abordagem de novas tendências, a falta de experiência no mercado de trabalho prejudica.

Um fato muito curioso que ocorre nas salas de aula é que um professor que tem experiência de campo atrai muito mais a atenção dos alunos do que o docente que não a possui. Isso se explica pelo fato de que, muitas vezes, o aluno não consegue visualizar o que o professor está explicando na prática, e na medida em que o docente já vivenciou aquilo em campo consegue-se exemplificar claramente a situação, diferentemente daquele que só estudou.

A internet é um recurso que tomou conta do ensino de Engenharia. Hoje em dia, os alunos não dependem apenas dos professores ou livros para aprenderem. É possível utilizar a rede para adquirir conhecimentos em softwares, por exemplo, se capacitando por conta própria.

Outra mudança significativa é o fato dos alunos precisarem ser plurais e multidisciplinares. Isso quer dizer que não basta ser um aluno que se destaca em matérias de exatas. Hoje em dia, é necessário muito mais, como conhecimentos em língua estrangeira. O mercado exige!

A concorrência é outro fator que se diferencia dos tempos passados. Houve uma segmentação das engenharias, especializando ainda mais o conhecimento de cada profissional. Além disso, muitas instituições passaram a oferecer o curso de engenharia, gerando um mercado de trabalho saturado, onde apenas os alunos que realmente se preparam são aproveitados. Esse fato desmotiva o recém-formado, que migra para outras áreas de atuação.

Blog da Engenharia

Postado em Sem categoria