Pisos monolíticos

Atualmente, os pisos monolíticos mais utilizados são os pisos a base de resina em epoxi e poliuretano, que são revestimentos utilizados sobre o piso (alvenaria, madeira, aço, entre outros), formando uma capa única, brilhante ou fosca e duradoura, podendo ser lisa ou antiderrapante. Por não possuir juntas, e ser de fácil limpeza, são altamente recomendados para hospitais, indústrias alimentícias, laboratórios, porém, por possuir diversas maneiras de aplicação, proporcionando acabamentos diferentes, pode ser utilizado em qualquer ambiente, podemos classificá-los em: Piso Espatulado (Argamassado), Piso Multilayer, Pintura.

                Piso Espatulado (Argamassado)

Estes pisos são indicados onde se requer alta resistência mecânica e a abrasão, ideal para pisos industriais, onde resiste a impactos e tráfego pesado, tais quais: empilhadeiras, máquinas, caminhões, etc. É muito utilizado para regularização de superfície degradadas. Como o próprio nome já diz Argamassado ou Espatulado trata-se de uma argamassa feita com resinas base epoxi ou poliuretano e quartzo.

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                Piso Multilayer

O Piso Epóxi Multilayer, ou multicamada, é um revestimento em epóxi ou poliuretano de alta resistência, e espessura que pode variar de 3 a 5 mm. Sua aplicação é definida por uma camada de resina epoxi ou poliuretano, e outra camada de agreagados minerais de alta resistência mecânica aspergido sobre a resina ainda líquida, assim sucessivamente obedecendo o tempo de secagem da resina entre uma camada e outra. É ideal para pisos que estejam pouco regulares ou que exijam muita resistência química e mecânica. Apresenta um acabamento levemente granulado e de alto brilho. A aplicação do Piso Multilayer é rápida e resulta num piso regularizado, muito fácil de limpar e duradouro, sem necessitar de manutenção, apenas de adequada conservação e limpeza.

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                Pintura

Pinturas, são utilizadas em pisos monolíticos com baixas espessuras, por apresentarem custo elevado, geralmente são utilizados outros sistemas citados anteriormente para nivelamento e preparação da superfície utilizando a pintura somente para manter o aspecto brilhante e duradouro do piso, pois algumas resinas podem sofrer ação ultravioleta (UV) alterando sua cor e brilho com o passar do tempo. As pinturas, podem ser utilizadas também em pisos artísticos, demarcação de corredores, sinalização, pisos decorativos, etc.

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Fontes: Encantada; Construir sustentável; Facilita Revestimentos;

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Mola Structural Model

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Barragens: finalidades e estrutura

Recentemente o rompimento de duas barragens de uma mineradora liberou uma enxurrada de lama que causou grande destruição em um distrito de Mariana, em Minas Gerais. A ocorrência desse desastre levantou diversos questionamentos, sendo alguns deles à respeito do funcionamento e da estrutura desses obstáculos artificiais.

As barragens, projetadas com o objetivo de reter água, rejeitos e detritos para fins de armazenamento ou controle, por exemplo, podem variar em tamanho desde pequenos maciços de terra, usados frequentemente em fazendas, a enormes estruturas de concreto ou de aterro, geralmente usadas para diversas finalidades.

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Exemplo de barragem de concreto

Além do abastecimento humano, principal finalidade da maioria das barragens, esse tipo de intervenção pode servir para a utilização de água para a irrigação e para a geração de energia, o que aumenta a capacidade de sustentabilidade econômica regional. Controle de cheias, regularização das vazões, contenção de rejeitos, navegação interior, piscicultura e dessedentação são outros exemplos de finalidades ao se construir esse tipo de estrutura.

As barragens podem ser divididas em dois grandes grupos: barragens de concreto – que se subdividem em barragens em arco e de gravidade – e barragens convencionais de terra e/ou enrocamento.

As barragens em arco são aquelas cujas curvaturas ocorrem em duplo sentido, ou seja, na horizontal e na vertical. Parte das pressões hidráulicas  é transmitida às ombreiras por estes arcos. Já as barragens de gravidade são estruturas  maciças de concreto com pouca armação, onde a única força que a mantém  em vigor contra o empuxo da água é a gravidade da Terra.

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Barragem em arco

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Barragem de gravidade

Essas estruturas são compostas por diversos elementos e órgãos hidráulicos, a saber:

  • Paramentos ou Barramentos – as superfícies mais ou menos verticais que limitam o corpo da barragem: o paramento de montante, em contato com a água, e o paramento de jusante;
  • Coroamento – a superfície que delimita superiormente o corpo da barragem;
  • Encontros – as superfícies laterais de contato com as margens do rio;
  • Fundação – a superfície inferior de contato com o fundo do rio;
  • Descarregador de cheia ou Vertedouro – o órgão hidráulico para descarga da água em excesso na albufeira em período de cheia, em caso de atingir a cota máxima do reservatório;
  • Tomadas de água – os órgãos hidráulicos de extração de água da albufeira para utilização;
  • Descarregador de fundo – o órgão hidráulico para esvaziamento da albufeira ou manutenção do caudal ecológico a jusante da barragem;
  • Eclusas ou Comportas – órgão hidráulico que regula a entrada e saída de água entre a montante e a jusante da barragem e permite à navegação fluvial vencer o desnível imposto pela barragem;
  • Escada de peixes – órgão hidráulico que permite aos peixes vencer o desnível imposto pela barragem.
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Apesar de trazer inúmeros benefícios do ponto de vista de geração de energia, controle de cheias e regularização das vazões, a construção de barragens é uma obra a ser muito bem planejada e executada. Caso contrário, inundações de longas extensões de terras habitáveis podem ocorrer, deixando um grande número de pessoas desabrigadas, além de comprometer a fauna e flora locais, gerando consequentemente indesejáveis impactos ambientais.

Fonte: CBDB; slideshare; ComuniTexto; wikipedia.

 

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