Conheça as pontes mais altas do mundo!

Com a crescente evolução das tecnologias existentes, a construção civil atinge novos recordes a cada ano. Sendo o país que mais cresce no mundo, a China tem destaque na área, se tornando recordista em várias modalidades. Devido ao relevo montanhoso, … Continuar lendo

Engenharia Civil

Engenharia Civil é o ramo da engenharia que projeta, gerencia e executa obras como casas, edifícios, pontes, viadutos, estradas, barragens, canais e portos. O engenheiro civil projeta, gerencia e acompanha todas as etapas de uma construção ou reforma. Sua atuação inclui a análise das características do solo, o estudo da insolação e da ventilação do local e a definição dos tipos de fundação. Com base nesses dados, o profissional desenvolve o projeto, especificando as redes de instalações elétricas, hidráulicas e de saneamento do edifício e definindo o material que será usado. No canteiro de obras, chefia as equipes de trabalho, supervisionando prazos, custos, padrões de qualidade e de segurança. Cabe a ele garantir a estabilidade e a segurança da edificação, calculando os efeitos dos ventos e das mudanças de temperatura na resistência dos materiais usados na construção. Esse profissional também pode dedicar-se à administração de recursos prediais, gerenciando a infraestrutura e a ocupação de um edifício.  arcos-betao-ponte-whilamut-01

Desta forma, a formação de um engenheiro civil é fortemente ligada às ciências exatas. Contudo, um bom profissional deve conter muitos outros atributos, principalmente habilidades em comunicação e de análise racional dos fatos, além de seguir um código de ética, visto que suas obras influenciam significativamente em todos os segmentos da sociedade. Dada a vasta abrangência, a engenharia civil divide-se em vários campos específicos, desde geotecnia, mapeamento, até transportes, construção, dentre muitas outras. arquitetura-civil

Abordando aspectos do curso de Engenharia Civil, disciplinas como matemática, física, estatística, desenho e lógica são o forte do currículo. Portanto, prepare-se para exercitar suas habilidades em cálculo e desenho. Há atividades em laboratório e matérias das áreas de Administração e Economia que ensinam técnicas e métodos de gerenciamento de projetos e equipes. O curso possui duração média de 5 anos: nos dois primeiros anos os estudantes cursam matérias relacionadas à ciências exatas – cálculo, física, química, geometria analítica, etc; nos três anos finais, cursa disciplinas mais ligadas às áreas de especialização escolhidas: estruturas, construção civil, hidráulica e saneamento, transportes ou geotecnia. Para obter o diploma, o estágio é obrigatório, assim como um trabalho de conclusão de curso.

Com relação ao mercado de trabalho, o ótimo desempenho do setor imobiliário nos últimos anos influenciou na grande procura pelo engenheiro especializado em construções urbanas, residenciais ou corporativas. O crescimento da economia e os programas do governo federal, como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa, Minha Vida, alimentam a demanda pelo profissional. A região Sudeste continua sendo o principal mercado para este profissional. aquecimento-edificios-cloud-01

Fonte: GuiaDoEstudante; EngenhariaCivil; Wikipédia;

Diário de Bordo – A Estrutura das Universidades na Alemanha

Sou João Tito, estudante de engenharia elétrica na UFJF e passei os últimos seis meses na cidade de Rostock, Alemanha, onde fiz um semestre de intercâmbio. Começando pelo processo seletivo, fui através do programa de intercâmbios da própria universidade. O … Continuar lendo

PET Sem Fronteiras – Como aproveitar ao máximo o seu intercâmbio

Julia, correspondente londrina do Blog do PET Civil, diretamente de uma visita técnica ao novo Centro de Exposições do British Museum

Julia, correspondente londrina do Blog do PET Civil, diretamente de uma visita técnica ao novo Centro de Exposições do British Museum

Saiu o resultado do Ciência Sem Fronteiras 2013 e você já virou o assunto da família! Ou você ainda está com aquele friozinho na barriga, esperando mais notícias da sua universidade ou o bendito resultado do teste de proficiência. Ah, que angústia.

Mas a promessa de viagens, novas culturas e um mar de conhecimentos certamente compensa.  E quando a espera acaba… garanto que até as maiores expectativas são superadas. É com muito orgulho que eu, uma agora “veterana” do Ciência Sem Fronteiras, deixo para os   “calouros” 3 dicas muito importantes sobre como aproveitar o máximo esse breve, mas tão intenso período.

Participe! Envolva-se!

Para alguns, 6 meses é muito. Nas 4 semanas finais de intercâmbio, parece que 2 anos não seriam o suficiente. Por isso, a primeira dica é: tope tudo! Temos o resto da vida para descansar quando voltarmos ao Brasil.

Todas as instituições oferecem as mais variadas atividades: esportes, clubes de afinidades, palestras, visitas técnicas, viagens, congressos, ufa! Participe de ao menos 1 evento de cada uma das categorias acima e você terá feito… o mínimo com essa oportunidade maravilhosa que o governo está oferencendo.

Tenho uma conhecida, amiga de longa data, que veio para a mesma universidade que eu, na mesma época. Ela se cadastrou nos grupos de e-mail de seus interesses: engenharia civil, escalada, dicas de carreira, etc. E se inscrevia em todos os eventos possíveis e cabíveis na agenda. Como resultado, ela aprendeu sobre networking, liderança,entrevistas de emprego, visitou projetos décadas à frente das atuais obras brasileiras, conheceu lugares maneiríssimos, conheceu pessoas legais e fez contatos interessantes.

Resumindo: Se as oportunidades não chegam até você, corra atrás. Não fique parado! Aproveite o máximo! Seu currículo e seu desenvolvimento pessoal agradecem.

Estude a semana toda e viaje o fim de semana inteiro (não o contrário)

Viajar é bom – na verdade, viajar é ótimo: história, novos pontos de vista, aprender com os erros/acertos de outros países, relaxar e se maravilhar é o mínimo do que nos espera nesse mundão. Acreditem, os passeios fazem parte do intercâmbio. Dá vontade de trazer para o Brasil: o metrô do Porto, a boa sinalização de Londres (tem que fazer força para se perder por aqui), as bicicletas de Amsterdam, a organização urbana de Barcelona, entre vários outros exemplos.

O que não vale é matar aula para isso. Alguns pensam que esse ano não é para “ser levado a sério”. Outros dizem: “dessa água não beberei”, mas caem na gandaia na primeira semana. O fato é que acontece bastante: intercambistas tiram a semana “de folga” para viajar. Pensem bem: em 1 ano há 52 semanas. Das quais 2 dias geralmente não tem aulas. Isso dá: 104 dias para viajar. Visitando um país em cada fim de semana, é possivel percorrer 50% dos territórios da Terra em 1 ano, sem perder conteúdo.

Pensem em 2 coisas: 1) é o dinheiro público que está nos bancando por aqui, e nós temos deveres a cumprir (isso se chama ética). 2) Você nunca saberá as oportunidades que está perdendo.

Ecobuild 2013 – London

Caso verídico: Essa conhecida recebeu um e-mail de uma feira de construção sustentável em Londres, enquanto suas parceiras de Engenharia Civil viajavam em pleno meio de semestre. Ela decidiu comparecer, mesmo sozinha. As palestras foram incríveis e a feira era estonteantemente grande, repleta das mais novas tecnologias. Entretanto, o ponto alto da tarde foi bater um papo e trocar contatos profissionais com o Diretor de Engenharia de uma das maiores firmas de construção do Brasil.  As amigas adoraram o passeio, mas perderam uma oportunidade incrível.

Cada um com sua consciência, claro, ninguém é santo e até essa conhecida dedicada já matou umas sextas-feiras. Mas lembre-se: no futuro, um profissional de sucesso pode viajar quando quiser, com muito mais conforto do que o mochilão-de-estudante-pobre de hoje.

Saia um pouco da “panela” brazuca

Outra verdade: estar longe de casa seria quase insuportável, se não fosse pelos amigos brasileiros. Do lado de cá da fronteira, todos estamos na mesma situação: saudade dos pais, do namorado(a), do cachorro e da comida boa de casa. Somado a isso está a dificuldade de nos expressarmos tão bem em outro idioma. E assim são formados laços de amizade muito intensos, mesmo em poucos meses  de convívio.

Entretanto, como tudo que é demais não é saudável, ficar muito grudado na panelinha brasileira te impede de conhecer novas pessoas e interagir em novos grupos. É fácil andar com a galera que tem os mesmos costumes e a mesma língua. Difícil é puxar papo com um completo desconhecido para perguntar o que aquele professor acabou de dizer. E como embarcar em uma cultura diferente sem se conectar com as pessoas?

Essa é a última dica: faça amizades estrangeiras. Essa minha conhecida conta que até hoje já ouviu: o depoimento de um libanês que presenciou a invasão americana no Iraque, as opiniões dos amigos britânicos sobre o legado da Thatcher, como é a vida no inverno russo, e por aí vai. Informações que livro nenhum contém.

Se você é tímido, não se preocupe, há várias oportunidades de socializar: festas do curso, eventos da secretaria de intercâmbio, clubes de esportes previamente mencionados… Minha meta pessoal é: não perder nenhuma.

Viagem do Clube de Escalada da Universidade de Brunel

Viagem do Clube de Escalada da Universidade de Brunel