6 dicas para você sair na frente depois da graduação

Depois de anos de esforço e estudos, em meio ao estresse da monografia e da festa de formatura, nós universitários seremos lançados sem dó para o mercado de trabalho. Mas como um recém-formado pode conseguir um bom emprego se as empresas exigem … Continuar lendo

O Engenheiro de Alto Nível

Ano passado, durante um seminário na universidade, um professor nos apresentou o que ele considerava ser um engenheiro de alto nível. Achei interessante a definição dele, de modo que decidi compartilhá-la, com alguns itens meus em acréscimo.

Um engenheiro de alto nível é o produto do esforço de um estudante de engenharia que tem interesse tanto em pesquisa quanto em mercado de trabalho. Nesse sentido, é alguém com uma sede imensa de conhecimento, aliada à busca pelas melhores oportunidades. Para alguém assim, não há falta de emprego.

Costuma-se visualizar as opções de carreira do seguinte modo: ou o cidadão se forma e já vai para o mercado de trabalho, prestando concurso para uma multinacional, por exemplo, para então construir uma carreira na empresa, ou opta por estudar mais e mais e seguir carreira acadêmica. Pesquisas já haviam mostrado que quem sai da graduação diretamente para o  mercado de trabalho tem mais empregabilidade nas indústrias, por uma questão de estilo profissional.

Entretanto, com a crescente concorrência dos processos seletivos juntamente com a associação cada vez mais frequente de competitividade com inovação, as empresas têm preferido engenheiros cada vez mais bem formados, com formação ampla e noção vasta de vários campos. Nos EUA é comum as empresas contratarem pesquisadores para trabalhar com R&D (Research and Development – Pesquisa e Desenvolvimento) e esse cenário tem sido cada vez mais uma tendência mundialmente, fomentando cada vez mais a qualidade dos produtos e o apreço às marcas, e, é claro, valorizando as melhores mentes por trás dos grandes projetos de engenharia.

Um engenheiro de alto nível começa a ser formado nos primeiros anos da graduação (ou mesmo antes). É alguém que tem o perfil de engenheiro, mas procura se aprofundar nas áreas que mais lhe interessa. Não raro, podemos ver esse estudante de engenharia discutindo economia, política, filosofia, física quântica ou neurociência, porque é alguém que está em sintonia com as principais inovações nas ciências em geral. Procura aprender novas línguas, ou a tocar um novo instrumento musical. É uma pessoa que entra em qualquer círculo de conversação, dada a sua versatilidade (e a capacidade de trabalhar em rede – o que os administradores chamam de networking). É alguém sobre quem não podemos ter certeza de que obterá o sucesso naquilo que deseja, mas ao menos podemos dizer, com todas as letras, que tem comprometimento para tal.

É esse perfil de engenheiro que, atualmente, fatura centenas de milhares de dólares por ano em cargos de chefia estratégica nos Estados Unidos. É esse tipo de engenheiro que encabeça as mais produtivas linhas de produção mundo afora. E é esse tipo de engenheiro que as universidades brasileiras precisam se preocupar em formar, tendo em vista as nossas já iminentes necessidades energéticas, agroambientais, tecnológicas, socioeconômicas, etc.

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Desejo veementemente àqueles estudantes de engenharia que, ao terem lido esse texto, sentiram uma pontada de esperança nascer no peito, que busquem se tornar engenheiros de alto nível, para assim, serem autores de grandes mudanças e novos paradigmas para a engenharia.

Por , no excelente Blog da Engenharia

As Diretrizes Curriculares Nacionais de Engenharia – Parte 1

Você provavelmente desconfia, intuitivamente, que todos os cursos universitários seguem um certo padrão de conteúdo. O curso de Engenharia Civil da UFJF não pode formar um profissional completamente diferente do que a UFAM forma.

No entanto, você sabe quem determina esse padrão? Você sabe quais são as leis que regem as matérias que nosso curso possui? Você sabe as principais diferenças entre os cursos de Engenharia Civil do país? Nos artigos dessa semana estaremos discutindo com o leitor sobre as Diretrizes Curriculares Nacionais, as regras do Ministério da Educação para garantir a qualidade e a compatibilidade entre os diversos cursos do Brasil.

O que são:

As Diretrizes Curriculares Nacionais (DCN) são normas obrigatórias para a Educação que orientam o planejamento curricular das instituições e sistemas de ensino, fixadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE). As DCNs têm origem na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), de 1996, que determina, no momento em que dispõe sobre a autonomia universitária, que cabe às Universidades: “fixar os currículos dos seus cursos e programas, observadas as diretrizes gerais pertinentes”.

Portanto, as Diretrizes Curriculares para os cursos de graduação em qualquer área no Brasil são orientações básicas para a preparação dos futuros profissionais, considerando a questão da autonomia da instituição e da proposta pedagógica, incentivando as universidades a montar seu currículo e recortando, dentro das áreas de conhecimento, os conteúdos que lhe convêm para a formação daquelas competências que estão explicitadas nas diretrizes. Dessa forma, a instituição deve trabalhar o conteúdo nos contextos que lhe parecerem necessários, considerando o tipo de pessoas que atende, a região em que está inserida e outros aspectos locais relevantes.

As diretrizes da Engenharia:

(Do relatório do MEC) O desafio que se apresenta o ensino de engenharia no Brasil é um cenário mundial que demanda uso intensivo da ciência e tecnologia e exige profissionais altamente qualificados. O próprio conceito de qualificação profissional vem se alterando, com a presença cada vez maior de componentes associadas às capacidades de coordenar informações, interagir com pessoas, interpretar de maneira dinâmica a realidade. O novo engenheiro deve ser capaz de propor soluções que sejam não apenas tecnicamente corretas, ele deve ter a ambição de considerar os problemas em sua totalidade, em sua inserção numa cadeia de causas e efeitos de múltiplas dimensões. Não se adequar a esse cenário procurando formar profissionais com tal perfil significa atraso no processo de desenvolvimento. As IES no Brasil têm procurado, através de reformas periódicas de seus currículos, equacionar esses problemas. Entretanto essas reformas não têm sido inteiramente bem sucedidas, dentre outras razões, por privilegiarem a acumulação de conteúdos como garantia para a for mação de um bom profissional.

As tendências atuais vêm indicando na direção de cursos de graduação com estruturas flexíveis, permitindo que o futuro profissional a ser formado tenha opções de áreas de conhecimento e atuação, articulação permanente com o campo de atuação do profissional, base filosófica com enfoque na competência, abordagem pedagógica centrada no aluno, ênfase na síntese e na transdisciplinaridade, preocupação com a valorização do ser humano e preservação do meio ambiente, integração social e política do profissional, possibilidade de articulação direta com a pós-graduação e forte vinculação entre teoria e prática.

O perfil do Engenheiro recém-formado:

O perfil dos egressos de um curso de engenharia compreenderá uma sólida formação técnico científica e profissional geral que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética  e humanística, em atendimento às demandas da sociedade.

O Curso de Engenharia Civil:

O Curso de Graduação em Engenharia tem como perfil do formando egresso/profissional o engenheiro, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva,  capacitado a absorver e desenvolver novas tecnologias, estimulando a sua atuação crítica e  criativa na identificação e resolução de problemas, considerando seus aspectos políticos,  econômicos, sociais, ambientais e culturais, com visão ética e humanística, em atendimento às  demandas da sociedade.

Veja mais sobre os conhecimentos requeridos para o exercício da profissão no próximo post da série. Estaremos preparando também uma análise das grades curriculares das principais Universidades Federais do país.

Via EducaBrasil, Portal MEC

Evasão nas Universidades – Parte 2

A evasão universitária vem se impondo, ao longo do tempo, como uma realidade cada vez mais ostensiva no âmbito do ensino de graduação. Tal constatação, reafirmada por números alarmantes, vem aos poucos se mostrando com força o bastante para provocar, mais do que a simples curiosidade, o esforço efetivo no sentido de entender e explicar suas possíveis causas e conseqüências. E, portanto, acima de tudo, mobilizar a comunidade acadêmica na busca por soluções.

Os dados do Censo do Ensino Superior, divulgados pelo MEC, mostram que de 2008 para 2009, um total de 896.455 estudantes abandonaram a universidade, o que representa uma média de 20,9% do universo de alunos. Nas instituições públicas, 114.173 estudantes (10,5%) largaram os cursos. Nas particulares, um total de 782.282 alunos (24,5% dos estudantes) evadiram.

O cálculo leva em conta o número de estudantes que ingressaram quatro anos antes e o total de concluintes, isto é, os alunos que chegaram ao fim do curso em 2008. A média nacional ficou em 58,1%, sendo mais alta nas universidades públicas (63,8% nas estaduais e 62,4% nas municipais) do que nas privadas.

Causas

A evasão universitária é um fenômeno que se torna cada vez mais comum em universidades  públicas e privadas de  todo o mundo,  independentemente das peculiaridades sócio-econômicas e culturais de  cada país e das diferenças entre as diversas  instituições de ensino. A África do Sul, por exemplo,  apresenta  uma  taxa  de  40%  de  abandono  dos  estudantes  universitários  no  primeiro  ano  de  graduação. Sendo as principais causas deste, as dificuldades financeiras  enfrentadas pelos alunos além da baixa escolaridade e renda da família na qual estão inseridos.

Interessante  que  uma  das  maiores  taxas  de  abandono  entre  os  países  desenvolvidos  está  nos  Estados  Unidos,  onde  apenas  cerca de 50%  dos  jovens  dão  continuidade  ao  ensino  superior, mesmo considerando que  as  faculdades  naquele  país  permitem  uma  ampla  flexibilidade  na  formação – o  que  deveria minimizar  o  abandono  pelo  efeito  da opção  errada  pelo  curso.

No  Brasil,  em  alguns  casos,  o  baixo  desempenho  no ensino médio  reflete  no  desempenho  das  primeiras  disciplinas  do  curso  superior,  resultando  em  abandono do curso pelas  reprovações nos primeiros semestres. Outro  fator seria o  fato de o aluno  buscar o curso de baixa demanda com o objetivo de, após  ter  ingressado, procurar o curso de sua verdadeira  opção,  através  da  transferência  interna.  Como  isto  às  vezes  não  é  viabilizado pelo regulamento da Instituição, o aluno busca um novo concurso  vestibular, ou simplesmente desiste da graduação.

Um estudo inédito realizado na USP mapeou as causas da evasão no ensino superior. A pesquisa constatou que quase metade dos estudantes que desistem da graduação tiveram problemas no momento da escolha. Por pressões dos pais, por falta de informação sobre a faculdade ou sobre o mercado, 44,5% dos alunos acabam abandonando o que era seu sonho de realização profissional e se tornou a opção errada.

Outros 30,7% desistem por não gostarem da estrutura do curso que ingressaram. Depois, seguem os insatisfeitos com o mercado de trabalho e com a profissão, que somam 13,4%. Os que desanimam por razões pessoais –como problemas familiares, financeiros, afetivos– são 10,5%. Menos de 1% é motivado a largar a faculdade por não se adaptar à cidade em que ela se localiza.

Vários outros motivos levam o estudante a abandonar o ensino superior. Além de os jovens terem dificuldade para pagar a faculdade e se manterem durante o curso, há outro grande problema: a falta de acompanhamento acadêmico e pedagógico. Há países, como Japão, Finlândia e Suécia, que têm baixas taxas de evasão, principalmente por darem suporte ao estudante do começo ao fim do curso.Esse acompanhamento consiste na recuperação do aluno que vai mal, ajuda àqueles que têm problemas financeiros, atuação de professores tutores, entre outros.

Para a professora Yvette Piha Lehman, autora da pesquisa que defendeu como tese de livre docência, uma alternativa para as universidades evitarem o abandono é oferecer atendimento e orientação profissional.

Consequencias

As perdas financeiras com a evasão no ensino superior em 2009 chegam a cerca de R$ 9 bilhões, segundo cálculo do pesquisador do Instituto Lobo para o Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia, Oscar Hipólito, com base nos números do Censo do Ensino Superior. Cada estudante custa por volta de R$ 15 mil ao ano na universidade pública e em média R$ 9 mil ao ano na instituição privada, de acordo com o pesquisador.

Para receber o aluno, as universidades têm de manter toda uma infraestrutura pronta, com prédios equipados, material de ensino, bibliotecas, além de pagar professores e funcionários. Na universidade pública, o valor é gasto mesmo se o estudante não está lá. Já no caso da instituição particular, as mensalidades de quem abandonou o curso deixam de ser pagas. “O fato de não ter aluno é custo. A instituição está pronta para ele. Esse é um dos problemas mais graves da educação brasileira em todos os níveis”, afirmou Hipólito. O pesquisador explica que o cálculo é uma média e tende a ser maior, já que há outros custos envolvidos na educação, como alimentação e transporte.

O Brasil tinha meta de chegar a 30% da população no ensino superior em 2010, mas não passou dos 13%. Para Hipólito, faltou e continua faltando uma política de longo prazo para mudar a situação. Um exemplo ao país, segundo o pesquisador, é a Coreia do Sul, que há cerca de 20 anos decidiu que investiria em educação. “Tem que focar. Eles focaram em ciências exatas e tecnologia. Hoje, compramos carros e TVs desenhados na Coreia. Enquanto isso, o Brasil não desenvolve nada, porque não tem tecnologia.”
Fontes: Gazeta do Povo, Folha, Contee, FotoSearch (Imagem)

Estágio, currículo e pouca ou nenhuma experiência?

Preencher as páginas em branco de um currículo pode ser um grande desafio para quem nunca trabalhou e busca sua primeira oportunidade no mercado, como um estágio ou programa de trainee. Como fazer para convencer recrutadores das suas qualidades profissionais, se elas nunca foram testadas? Dá para montar um currículo atraente com tão pouca informação?

Nesse caso, a recomendação é de que o candidato aposte em três prioridades para ser bem-sucedido: destaque aos estudos (principal atrativo dos jovens profissionais); boa apresentação (texto limpo e esteticamente apresentável) e honestidade.

Primeiro Currículo

A falta de experiência profissional é o maior obstáculo enfrentado por estudantes e profissionais recém-formados, especialmente aqueles que não estavam empregados antes de deixar a universidade, pois alguns empregadores são relutantes em contratar novatos, temendo que eles careçam de experiência para se tornarem imediatamente produtivos. Por este motivo, o currículo deve enfatizar a sua dedicação, os seus objetivos, seu comprometimento e suas expectativas, sempre realistas.

Mesmo estando em início de carreira, o estudante e o profissional recém-formado devem ter os mesmos cuidados de um profissional ao elaborar o seu currículo. Apesar de muitas vezes não ter atuado na área de interesse, ele deve enfatizar o seu potencial, mencionando os conhecimentos que adquiriu durante a fase de faculdade.

Utilize palavras que se identifiquem às habilidades que você aprendeu ou utilizou na universidade ou no trabalho, e destaque cada conquista obtida até o momento. Por exemplo, se o seu trabalho de conclusão do curso estiver relacionado com a área do seu interesse, mencione esta informação no currículo.

Dicas

Inicie o documento com seus Dados Pessoais e Dados de Contato (endereço, telefone e e-mail). Em seguida, mencione o seu objetivo profissional, deixando clara a área de atuação de seu interesse. O importante, no entanto, é não transformar seu currículo em um festival de promessas. “Ele pode colocar uma coisa ou outra, mas não se ‘empolgar’ e colocar um monte de intenções”, diz Bortoluci, da Estagiários.com.

Os próximos ítens são Formação Acadêmica e Idiomas. Algumas informações como escola de primeira linha e idiomas fluentes são utilizados como critério de seleção, portanto, são características que merecem destaque no currículo.

Existem 4 níveis de proeficiência: básico, intermediário, avançado e fluente. Como cada um “acha” que está em um nível, muitas vezes, o empregador não sabe interpretar o que cada nível significa. É bom colocar uma legenda, assim, o empregador não terá dúvidas:

  • Fluente: está apto para trabalhar no exterior
  • Avançado: apto para viajar para o exterior desacompanhado
  • Intermediário: leitura e escrita com conhecimentos verbais limitados (apto para viajar para o exterior com um assistente)
  • Básico: capaz de se comunicar com pessoas de outros países a um nível mínimo.

O passo seguinte é informar sobre a sua Experiência Profissional. Caso nunca tenha trabalhado, valorize o currículo incluindo atividades não-remuneradas, estágios , projetos especiais, pesquisas e trabalhos voluntários, de forma que desperte o interesse do empregador de alguma forma.

Muitas pessoas com pouca experiência profissional já participaram de programas de estágio ou trainee. Outras fizeram iniciação científica ou monitoria de disciplinas durante o curso universitário. Se este é o seu caso, reforce sua participação, mesmo que tenha sido em uma área diferente da pretendida. Cursos Complementares voltados à área de seu interesse e artigos publicados em congressos também são interessantes.

Itens como prêmios, honrarias, citações, bolsas escolares e nomeações pertencem ao item Atividades Extra-curriculares ou Destaques. Use a ordem cronológica invertida, da mais recente à mais antiga informação.

Trabalhar em ONGs, projetos voluntários, grêmio estudantil, ser presidente/líder de turma é uma boa forma de mostrar que tem iniciativa, liderança e capacidade de comunicação, características que toda empresa procura em um profissional.

É importante destacar que não se deve fazer auto elogios no currículo: “Tenho espírito de equipe e liderança, etc”. Isso deve ficar implícito pelas atividades que descrever.

Apresentação

Erros de português no currículo são “inaceitáveis” e podem colocar qualquer processo de seleção a perder, segundo os consultores.

“Boa escrita, boa gramática, boa apresentação. Pedir para alguém revisar o currículo e aprender com a revisão; isso é fundamental”, diz Mônica Mussi.

Um bom recurso para amenizar a escassez de informações do currículo inexperiente é a maneira de organizar os dados no editor de texto.

“É importante que ele seja esteticamente agradável, letra em um tamanho bacana, que seja fácil de ler. E é bom centralizar o texto, deixá-lo bem no centro da folha. Uma página está de bom tamanho”, diz Mônica Mussi.

Se for enviar seu currículo por email, nunca envie em formato .doc ou outro formato de editor de texto. Sempre envie em pdf, que é o formato de troca de arquivos mundialmente.

E a dica mais importante de todas: Não minta. Nunca!

A maioria das mentiras que os candidatos colocam no currículo pode ser descoberta pelos selecionadores durante a entrevista de emprego, dizem especialistas. Os recrutadores lançam mão de estratégias de recursos humanos para desmascarar falsos dados e garantem que, quando pegos, os mentirosos são eliminados imediatamente, já que não transmitem confiança.

Aproveite essas dicas, e boa sorte no seu primeiro emprego!

Via: Administradores (Via G1), Lioane Groner, O Gerente (Via Catho)